Mulheres brigam por mais espaço para brigar contra feminicídios e afins

    Ontem a Assembleia reuniu mais de 500, entre elas a cantora Margareth Menezes, que não pretende disputar mandatos, mas se diz simpatizante à causa

    Imagem: Agora é que são elas/UOL
    Imagem: Agora é que são elas/UOL

     

    Ano passado a deputada Olívia Santana (PCdoB), presidente da Comissão das Mulheres na Assembleia, viu na Argentina um encontro de mulheres políticas, com mandato ou com a intenção de abocanhar um. Pensou: ‘Vou fazer isso na Bahia’. E fez.

    Olívia considerou um dia histórico. Elas aprovaram o manifesto ‘Mais Mulheres no Poder’, que defende a paridade de gênero e cotas na política, a ser encaminhado a Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Senado, Câmara Federal, ONU Mulheres e PNUD.

    Margareth

    Ontem a Assembleia reuniu mais de 500, entre elas a cantora Margareth Menezes, que não pretende disputar mandatos, mas se diz simpatizante à causa:

    – Eu vim cantar, mas também dizer que é importante esta caminhada até para conquistar mais respeito, lutar para acabar essa coisa triste chamada feminicídio.

    Abaixo o laranjal

    Também incisiva, Olívia Santana disse que chega dessa história de laranjal, de mulheres como candidatas só para engordar as finanças dos homens.

    – Nós queremos é fundo eleitoral das mulheres igual ao dos homens, buscar a paridade. Só assim conquistaremos o respeito que merecemos.