Municípios que têm queda no IPM padecem também no rateio do ICMS

    Quem mais sofreu em 2019 foi Madre de Deus

    O IPM, índice que o Tribunal de Contas do Estado (TCE) usa para definir o rateio de 25% do ICMS entre os municípios, leva em conta a arrecadação local. Quem arrecada mais, sobe, quem pega menos, cai. Por aí, dos 417 municípios baianos, 314 caíram, só 103 subiram.

    Quem mais subiu foi Mulungu do Morro, com 242%. Explica-se: o município sofreu um boom econômico com a instalação de torres de energia eólica.

    O segundo que mais cresceu foi Maracás. Também é explicável. Lá, a exploração do minério vanádio se ampliou. Na outra ponta, Madre de Deus, no Recôncavo, é um dos que mais sofreram, com uma queda de 31,45%.

    Aí é o efeito da redução das atividades da Petrobras Transportes, Transpetro e Petrobras Brasil.

    Lá se diz que, já que o estupro é inevitável, a Petrobras deve ser vendida logo. E o novo dono funcione como deve.