Publicado em 05/01/2022 às 07h40.

Polícia Federal decide colocar delegado que já investigou PCC para apurar facada de Bolsonaro

Dois inquéritos da corporação indicam que Adélio, autor do crime, agiu sozinho; Bolsonaro contesta investigações

Redação
Foto: Marcos Corrêa/PR
Foto: Marcos Corrêa/PR

 

O delegado escolhido pela Polícia Federal dar continuidade ao inquérito sobre o atentado que resultou em uma facada no presidente Jair Bolsonaro (PL), nas eleições de 2018, já investigou o PCC (Primeiro Comando da Capital).

Há 17 anos na PF, Martin Bottaro Purper, de 43 anos, foi designado para buscar informações que possam esclarecer se o autor da facada, Adélio Bispo de Oliveira, teve ajuda de terceiros ou agiu sozinho no atentado que ocorreu em Juiz de Fora (MG).

As duas investigações já realizadas pela Polícia Federal concluíram que Adélio cometeu o crime sozinho. Bolsonaro, contudo, ignora os inquéritos e segue questionando o trabalho da corporação.

Em sua análise, a PF não coletou qualquer evidência de que Adélio tenha sido auxiliado por outras pessoas ou obedecido a um mandante. A Justiça o considerou doente mental e, por isso, inimputável. Com informações da Folha de S.Paulo.

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