Publicado em 11/02/2026 às 16h56.

Roma vê avanço de Flávio Bolsonaro e rejeição a Lula após pesquisa Quaest

Na avaliação do dirigente do PL, a insatisfação com o governo ajuda a impulsionar nomes da oposição

Redação
Foto: Divulgação/Assessoria

 

O presidente do PL na Bahia e ex-ministro da Cidadania, João Roma, afirmou nesta quarta-feira (11) que a mais recente pesquisa Quaest indica crescimento do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) no cenário presidencial de 2026 e sinaliza desgaste do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Segundo o levantamento, em um eventual segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro, o senador se aproxima do atual presidente nas intenções de voto, movimento que, na avaliação de Roma, confirma a consolidação do campo político ligado ao ex-presidente Jair Bolsonaro.

“Os números da pesquisa deixam claro que o Flávio Bolsonaro já se consolidou e segue crescendo. Ele tem apresentado um desempenho que traduz o sentimento de milhões de brasileiros que querem mudança e que não se identificam com o atual projeto governamental”, afirmou Roma. Para ele, o resultado também reflete uma reação do eleitorado ao que classifica como “perseguição política” contra Jair Bolsonaro.

A pesquisa também mostra avaliação dividida do governo federal, com 49% de desaprovação e 45% de aprovação. Roma interpreta o dado como sinal de desgaste da gestão petista. “A desaprovação maior do que a aprovação de Lula mostra que o país quer respostas efetivas e não um modelo que parece repetir erros do passado”, disse, ao citar críticas à condução da economia e a temas considerados sensíveis pela população.

Na avaliação do dirigente do PL, a insatisfação com o governo ajuda a impulsionar nomes da oposição. “A população quer ver seu poder de compra respeitado, segurança pública efetiva e oportunidades econômicas. Quando essas necessidades não são percebidas nas ações de governo, a reação natural é buscar alternativas que representem mudança”, afirmou.

Roma também vinculou o desempenho de Flávio Bolsonaro ao legado do ex-presidente. “O crescimento de Flávio não acontece por acaso. Ele carrega o legado de um projeto que mobilizou milhões de brasileiros e que, mesmo diante de injustiças claras contra seu principal protagonista, o presidente Jair Bolsonaro, segue forte”, declarou.

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