Publicado em 07/04/2026 às 18h56.

Sobe imposto do cigarro para bancar medidas provisórias dos combustíveis

Aumento no cigarro busca compensar perdas nas isenções do PIS/Cofins

Gabriela Encinas
Foto: Washington Costa/MF

O governo federal sobe o imposto sobre o cigarro para bancar a perda na arrecadação sobre o biodiesel e o querosene de aviação (QAV). Nesta segunda-feira (6) foi divulgada a isenção de tributação do PIS/Cofins sobre os combustíveis como medida provisória para conter a alta dos preços no país. A estimativa é que cerca de R$ 1,2 bilhão seja arrecadado nos próximos dois meses.

A alíquota do imposto do cigarro sobe de 2,25% para 3,5%, o que deve impactar diretamente o preço final ao consumidor, é estimado que o preço de uma carteira salte de R$ 6,50 para R$ 7,50. A estimativa é que cerca de R$ 1,2 bilhão seja arrecadado nos próximos dois meses. 

“A medida busca garantir a meta fiscal e proteger o consumidor”, afirmou o ministro da Fazenda, Dario Durigan. Além do aumento do imposto, o governo também aposta em outras fontes de compensação, como acobrança de tributos sobre empresas do setor e a elevação da arrecadação com royalties de petróleo. As iniciativas fazem parte de um pacote mais amplo que inclui subsídios, isenções e reforço na fiscalização para evitar aumentos abusivos de preços.

Gabriela Encinas
Jornalista nascida em Salvador, com origens em Xique-Xique, no interior da Bahia, e com cidadania espanhola. Já trabalhou na produção da Band Bahia TV, atuou como repórter de Política no site Taktá e no site Panorama da Bahia.

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