Publicado em 13/03/2016 às 11h31.

‘Universidade e movimento LGBT estão cooptados pelo PT’, diz Mott

Antropólogo diz que “há motivos mais que suficientes para impeachment” da presidente Dilma Rousseff

Evilasio Junior
Foto: Roberto Viana/bahia.ba
Foto: Roberto Viana/bahia.ba

 
Apoiador do impeachment, o ex-dirigente do Grupo Gay da Bahia (GGB), Luiz Mott, admitiu, em entrevista ao bahia.ba, que tem sofrido represália e pressão no meio acadêmico, devido ao seu posicionamento político. O antropólogo marcou presença, na manhã deste domingo (13), em cima no minitrio utilizado na manifestação contrária ao governo da presidente Dilma Rousseff (PT). “A universidade e o movimento LGBT estão completamente cooptados pelo PT e seus aliados”, acusou.

De acordo com Mott, não há “golpe da direita” no pedido de interrupção do mandato da petista. “Há irregularidades na eleição, propaganda eleitoral enganosa, envolvimento da Dilma e do Lula na corrupção da Petrobras… são motivos mais que suficientes para impeachment”, opinou. Em seu discurso, sobre o carro de som, Luiz Mott acusou também o governo da Bahia de ser a gestão em que “morreram mais LGBTs”.

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