Publicado em 08/12/2023 às 09h20.

Capital é a melhor cidade para fazer negócios em saúde no país, aponta pesquisa

Estudo é calculado a partir de um Índice de Qualidade Mercadológica (IQM), que aponta quais municípios oferecem melhores condições para as empresas

Redação
Foto: Lucas Moura/ Secom PMS

 

Salvador é a melhor cidade brasileira para fazer negócios na área da saúde, de acordo com ranking elaborado pela consultoria Urban Systems e divulgado pela Exame nesta quinta-feira (7). No último ano, a capital baiana teve um aumento de 11,8% no total de estabelecimentos de saúde, incluindo a duplicação do Hospital São Rafael e a construção do Aliança Star.

O estudo é calculado a partir de um Índice de Qualidade Mercadológica (IQM), que aponta quais municípios oferecem melhores condições para as empresas. Pelo ranking, Salvador ficou com IQM de 3.701, seguido por Rio de Janeiro (3.508) e Florianópolis (3.447).

Segundo a publicação da Exame, a cidade tem buscado inovações na saúde pública, além de ações realizadas pela Prefeitura, como os investimentos em políticas de redução de impostos e de desburocratização. “Temos uma política de incentivos fiscais para o setor de saúde, de 2%, o que atraiu empresas privadas”, diz o prefeito Bruno Reis à Exame.

A arrecadação de impostos do setor corresponde a 22% do total de ISS pago no município. “O prazo de abertura de empresas em Salvador foi reduzida para quatro horas. O poder público pega na mão do empresário e percorre todas as áreas, fazendo com que ele tenha segurança e tranquilidade jurídica para quem quer investir”, contou o prefeito.

Dados 

O ranking Melhores Cidades para Fazer Negócios é um estudo feito pela consultoria Urban Systems, com exclusividade para a Exame. O estudo é calculado a partir de um Índice de Qualidade Mercadológica (IQM), que aponta quais municípios oferecem melhores condições para as empresas, com base em dados de população, de fluxo de comércio, características urbanas e infraestrutura, entre outros pontos.

Na categoria Saúde, de acordo com a publicação, são analisados 9 indicadores, incluindo investimento público em saúde por habitante, total de leitos privados para internação, número de médicos, enfermeiros e obstetras na cidade.

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