Publicado em 22/09/2023 às 08h42.

Clima de tensão se estende para Águas Claras; quase 2 mil alunos sem aula e ônibus mudam rota

Conforme a Semob, por conta da operação policial, os ônibus que operam nos bairros de Cajazeiras 7 e Águas Claras não estão seguindo até os finais de linha

Fernanda Chagas

 

Foto: Bruno Concha/Secom PMS

 

Além do bairro de Valéria, em que os moradores convivem há sete dias com o ambiente de insegurança por conta da Operação Fauda deflagrada pela Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (Ficco), que resultou na morte de um policial federal, dois agentes feridos e 16 suspeitos mortos, o clima se estendeu para o bairro de Águas Claras.

Nas primeiras horas desta sexta-feira (22), o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) instaurou uma megaoperação na localidade, já com dois suspeitos mortos e 11 presos na localidade. Mandados também serão cumpridos no município de Feira de Santana e no Sistema Prisional.

Com isso, quase 2 mil alunos da rede municipal estão sem aula e o itinerário do transporte público na região sofreu alterações.

De acordo com a Secretaria Municipal da Educação (Smed), em decorrência da sensação de insegurança em Águas Claras, um total de cinco escolas [Eduardo Campos, Cantinho das Crianças, São Damião, Iraci Fraga e Francisco Leite], tiveram as atividades suspensas, resultando em 1.769 estudantes fora das salas de aula.

Já a Secretaria Municipal de Mobilidade (Semob) informou, que por conta da operação policial, os ônibus que operam nos bairros de Cajazeiras 7 e Águas Claras não estão seguindo até os finais de linha.

Em Cajazeiras 7, os coletivos estão circulando na Estrada do Matadouro e de lá seguem o itinerário.  Em Águas Claras, os ônibus estão seguindo até o Largo Vitor Augusto Méier, conhecido como Largo da Mortadela.

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