Publicado em 16/07/2026 às 10h13.

Prefeitura de Salvador irá levar produção de empreendedores para lojas em shoppings

Novo programa Empreenda Salvador foi lançado nesta quinta-feira (16)

Pevê Araújo / Lívia Patrícia
Secretária de Desenvolvimento Econômico de Salvador, Mila Paes (Foto: Pevê Araújo/bahia.ba)

 

A secretária de Desenvolvimento Econômico de Salvador, Mila Paes, destacou alguns pilares do novo programa Empreenda Salvador, lançado nesta quinta-feira (16), no Mercado São Miguel. Entre as ações, está a criação de lojas dentro dos shoppings da cidade.

A iniciativa, coordenada pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Emprego e Renda (Semdec), tem como objetivo fortalecer os pequenos negócios e estimular o desenvolvimento econômico, à geração de emprego e renda na capital.

Em entrevista durante o lançamento do programa, Mila Paes celebrou a iniciativa. “A gente sabe a importância que o empreendedorismo tem na cidade de Salvador e mais do que isso, na vida do cidadão soteropolitano. Então, a gente tem aí um conjunto de atores que participam da ação, considerados empreendedores, desde o ambulante, o informal, o autônomo que trabalha em casa, mas também o MEI, o pequeno, a pequena empresa, a empresa de pequeno porte, todos esses são atores e públicos alvo do nosso programa”.

De acordo com ela, o programa tem quatro pilares principais: o primeiro é de formação empreendedora, liderado pelo SAC do Empreendedor, dedicado a acolher e atender os MEIs (Microemreendedores Individuais) e prestar consultorias jurídicas e contábeis.

No segundo pilar, o empreendedor passa pelas qualificações necessárias para comercializar e prestar serviços dentro da cidade de Salvador. Dentro deste pilar está a criação de lojas pop-ups nos shoppings da cidade para proporcionar o acesso a mercados.

No terceiro pilar, de crédito, objetivo é fortalecer medidas que já existem desde a pandemia, no programa Banco de Salvador. Agora, os recursos vêm de parcerias com o Banco do Povo, com novas possibilidades de obtenção de recursos.

O último pilar é o de territorialidade e será conduzido pelos próximos dois anos. São planejados dois espaços físicos dentro de comunidades, em parceria com o Pacto Social, levando os serviços e produtos dos empreendedores beneficiados pelo programa para mais perto da população.

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