Publicado em 30/11/2020 às 16h31.

Prefeitura oferta teste rápido para HIV em 120 postos de saúde

Rede ainda oferece assistência por meio a tratamento especializado e gratuito para os soropositivos

Redação
Foto: reprodução/Agência Brasil
Foto: reprodução/Agência Brasil

 

A rede municipal de Saúde de Salvador oferta teste rápido para detecção do vírus HIV em 120 postos. Na terça-feira (01), é celebrado o Dia Mundial de Luta contra a Aids, contudo, em razão da pandemia do novo coronavírus, a Prefeitura não irá realizar ações presenciais durante o “Dezembro Vermelho”, para evitar aglomerações.

Apesar disso, serão feitas ao longo do mês palestras voltadas para profissional acontecerão no intuito de capacitar os trabalhadores para lidar com a doença nas unidades de saúde. Segundo informações da Secretaria Municipal de Saúde, a rede ainda oferece assistência por meio a tratamento especializado e gratuito para os soropositivos.

Adultos de 20 a 29 anos, majoritariamente do sexo masculino e cor parda são as principais características do perfil de pacientes diagnosticados positivos para HIV em Salvador, no último ano a cidade contabilizou 1.530 novos casos. A detecção precoce é a forma mais bem-sucedida para tratar a doença e levar uma vida normal.

“Conseguimos praticamente quadriplicar nossa rede de postos estruturados para testagem do HIV de 33, em 2012, para quase 120 postos de saúde espalhados por toda cidade com a oferta do exame atualmente. O fácil acesso ao diagnóstico garante um melhor resultado do tratamento e, consequentemente, aumenta a qualidade de sobrevida do portador”, explicou Daniela Cardoso, coordenadora do Programa de Controle de DST/Aids do município.

Serviços – Os soropositivos da capital têm acesso ao tratamento integral em três Serviços de Assistência Especializada: Liberdade, São Francisco (Nazaré) e Marymar Novaes (Dendezeiros). Além de 121 postos de saúde espalhados por toda cidade com a oferta de teste rápido e exame para detecção. Nas unidades especializadas, os pacientes são acompanhados por equipes multidisciplinares formadas por médicos infectologistas, psicólogos, enfermeiros especializados e assistentes sociais, além de receber de forma gratuita todos os medicamentos necessários para o tratamento.