Publicado em 04/03/2026 às 18h39.

Vereadores discutem venda do Centro de Convenções, ferry-boat e poluição ambiental

Discussões foram realizadas na sexta sessão ordinária de 2026

Redação
Foto: Antônio Queirós

 

A sessão ordinária da Câmara Municipal de Salvador, realizada na tarde desta quarta-feira (4), foi marcada por críticas ao governo do Estado, cobranças por melhorias na infraestrutura urbana e debates sobre mobilidade e meio ambiente.

O vereador Claudio Tinoco (União Brasil), que presidiu os trabalhos, questionou a venda do Centro de Convenções pelo Governo do Estado da Bahia e cobrou mais transparência no processo. Segundo ele, a operação precisa ser detalhada para que a população compreenda as condições da negociação.

Também do União Brasil, o vereador Orlando Palhinha defendeu projeto de indicação de sua autoria que prevê a instalação de bocas de lobo “inteligentes” nas ruas da capital baiana. Ele lamentou que a proposta ainda não tenha sido votada e afirmou que sistema semelhante já funciona em Santo André, no ABC paulista.

Na área de transportes, o vereador Anderson Ninho (PDT) criticou o reajuste das tarifas do Sistema Ferry-Boat e fez queixas sobre as condições das embarcações. Segundo ele, há problemas de conservação e limpeza. O parlamentar relatou que a própria filha, de quatro anos, teria classificado o ferry como uma “sucata”.

Já o vereador Cezar Leite (PL) reclamou de oscilações no fornecimento de energia elétrica no bairro da Pituba. De acordo com ele, moradores relatam problemas recorrentes na voltagem, o que pode provocar danos a equipamentos domésticos.

Líder do governo na Casa, o vereador Randerson Leal (Podemos) voltou a defender as faixas azuis destinadas à circulação de motociclistas. Segundo ele, a medida tem contribuído para reduzir acidentes e melhorar a organização do tráfego.

A vereadora Aladilce Souza (PCdoB) manifestou preocupação com a situação ambiental da Baía de Todos-os-Santos. De acordo com a parlamentar, laudo do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema) apontou contaminação por nitrato de cobre, o que, segundo ela, compromete a qualidade ambiental e a paisagem da região.

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