Publicado em 29/08/2025 às 09h09.

Zelador do Rio Vermelho é preso; vítima de agressão segue em coma

Funcionário recebeu alta médica e foi encaminhado a penitenciária; homem espancou uma moradora

Redação
Foto: Reprodução/Circuito interno

 

O zelador Osvaldo Conceição, responsável por atear fogo em um prédio no bairro do Rio Vermelho, em Salvador, e agredir uma moradora, será encaminhado a uma unidade prisional nesta sexta-feira, 29, onde ficará à disposição da Justiça. 

Conceição recebeu alta médica hoje, após ter sido internado no Hospital Geral do Estado (HGE), devido aos ferimentos por tentar fugir do local da ocorrência na última quinta-feira, 27.

O zelador ainda passará por audiência de custódia nesta sexta. Ele responde a inquérito pelos crimes de tentativa de feminicídio e dano qualificado com uso de substância inflamável, segundo informações do G1 Bahia.

A vítima, identificada como a professora Núbia Pimentel, de 41 anos, permanece internada em estado grave, em coma induzido, após sofrer múltiplas fraturas, principalmente no rosto.

Relembre o caso

Um princípio de incêndio foi registrado na manhã de quarta-feira, 27, em um prédio localizado na rua Desembargador Cunha Bueno, no bairro do Rio Vermelho, em Salvador.

O zelador do edifício Morro das Pedras, que não teve o nome revelado, foi apontado como principal suspeito de atear fogo nos apartamentos, de acordo com relatos dos moradores à TV Bahia. Para causar o incêndio, o homem utilizou um galão de gasolina, segundo os depoimentos.

A motivação para as chamas, conforme informações preliminares, estaria relacionada a vingança depois do funcionário ter tomado conhecimento sobre a sua demissão. Na ocasião, ele ainda agrediu uma moradora do 4º andar, de prenome Núbia, que sofreu traumas no rosto.

Em entrevista à TV Bahia, major André Moreira, subcomandante do 3º batalhão do Corpo de Bombeiros, disse que o apartamento da vítima foi “arrombado” e encontraram “marcas de sangue na parede”.

“Ela teve muitos traumas no rosto, estava muito machucada a ponto de não conseguir nem se comunicar com a gente”, disse o major.

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