Publicado em 27/07/2020 às 19h40.

Operação que interrompeu live de grupo de pagode no Rio tinha miliciano como alvo

Procurado pela polícia, Wellington da Silva Braga, o Ecko, é apontado como chefe da maior milícia do estado do Rio de Janeiro

Redação
Foto: Reprodução/Youtube
Foto: Reprodução/Youtube

 

A operação da Polícia Civil que acabou interrompendo a live do grupo de pagode Aglomerou, no domingo (26), em Angra dos Reis, no Rio de Janeiro, tinha como alvo o miliciano Ecko, um dos bandidos mais procurados do estado.

Segundo informações do jornal O Globo, a suspeita dos investigadores é de que ele estaria participando de uma festa, conforme relatou fonte da corporação.

Wellington da Silva Braga, o Ecko, é apontado como chefe da maior milícia do estado do Rio. A quadrilha começou atuando na Zona Oeste da capital e se expandiu para cidades da Baixada Fluminense. O Disque Denúncia (2253-1177) oferece recompensa de R$ 10 mil por informações que levem à prisão do bandido. Segundo o portal “Procurados”, o miliciano tem uma aliança com uma facção do tráfico e costuma cooptar ex-traficantes para a sua quadrilha.

A Polícia Civil informou, em nota, que a live “foi interrompida para evitar que alguém pudesse ser ferido durante a ação”. Ninguém foi preso na operação.

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