Maurício Bacelar projeta verão histórico na Bahia com mais de 10 milhões de turistas

    Grande número de visitantes previstos deve impactar diretamente setores como hotelaria, alimentação, serviços e comércio

    Foto: André Souza/Bahia.ba

    O secretário de Turismo da Bahia, Maurício Bacelar, afirmou que as expectativas do governo estadual para o Verão na Bahia são extremamente positivas e que o período deve registrar um dos maiores fluxos turísticos da história recente do estado. Segundo ele, o grande número de visitantes previstos deve impactar diretamente setores como hotelaria, alimentação, serviços e comércio, fortalecendo a economia baiana.

    “As zonas turísticas mais demandadas são aquelas do litoral, mas também as do interior, como a Chapada Diamantina, que atraem muitos visitantes”, destacou Bacelar.

    De acordo com o secretário, os indicadores já apontam para um cenário favorável. “Pelo número de voos que nós captamos, pelos cruzeiros marítimos que nós vamos ter e pela expectativa de venda de viagens para o nosso estado, acreditamos que mais de 10 milhões de visitantes venham à Bahia nesse período”, afirmou durante o lançamento do Projeto Verão 2025/2026, ocorrido nesta quarta-feira (17).

    Ainda segundo Bacelar, esse fluxo turístico deve injetar cerca de R$ 26,5 bilhões na economia estadual. “Isso se transforma diretamente na geração de emprego e renda para os baianos”, ressaltou.

    O secretário lembrou que o governo realizou ações de promoção do destino Bahia nos principais mercados emissores de turistas, destacando os diferenciais do verão baiano. “Mostramos as opções que vão desde o nosso litoral até experiências como o enoturismo na Chapada Diamantina”, disse.

    O titular da Setur-BA também pontuou que houve investimento na qualificação profissional e na melhoria da infraestrutura turística. “Nós preparamos trabalhadores e empreendedores do turismo com cursos de capacitação para bem receber quem nos visita, além de obras estratégicas nas 13 zonas turísticas, nas áreas de segurança, saúde e infraestrutura”, concluiu.