Publicado em 19/02/2026 às 14h43.

Carnaval do Pelourinho reúne 600 mil e reforça perfil alternativo, diz secretário

Ao longo dos seis dias, o Centro Histórico recebeu cerca de 150 atrações

Redação
Foto: Joá Souza/GOVBA

 

O secretário estadual de Cultura da Bahia, Bruno Monteiro, afirmou que o Carnaval do Pelourinho consolidou o Centro Histórico de Salvador como espaço da cena alternativa, da diversidade artística e da participação familiar. Segundo ele, o resultado reforça o conceito adotado pelo governo estadual para a folia deste ano.

“O Estado de Alegria se faz com o Carnaval do Pelourinho, consolidado como Carnaval da cena alternativa, das famílias, da diversidade artística e de públicos que cristalizou no Pelourinho, no Centro Histórico, uma outra forma de celebrar o Carnaval e nós estamos aqui para celebrar e reconhecer e valorizar esse momento. O Estado de Alegria se faz com a diversidade artística que foi a marca deste Carnaval também, uma diversidade de ritmos, de artistas, de pessoas que participaram dessa festa de uma forma bastante livre e democrática”, afirmou o secretário.

De acordo com dados do governo da Bahia, mais de 600 mil pessoas passaram pelo Pelourinho entre a quinta-feira (12) e a terça-feira (17). Ao longo dos seis dias, o Centro Histórico recebeu cerca de 150 atrações, que se apresentaram em mais de 250 horas de programação musical.

Pelourinho

Com o tema “Carnaval da Bahia: Um Estado de Alegria”, a programação reuniu artistas consagrados e nomes da cena contemporânea, em uma proposta voltada para diferentes públicos. Além dos shows, o circuito contou com bailes infantis, desfiles de agremiações pelas ruas, becos e vielas do Centro Histórico, além de apresentações em microtrios e nanotrios.

Segundo Bruno Monteiro, o Pelourinho se firmou como espaço democrático e seguro durante a folia, sem registros graves de violência e com programação voltada para todas as idades. A avaliação do governo é de que o modelo adotado no Centro Histórico amplia o leque de opções do Carnaval de Salvador, tradicionalmente concentrado nos circuitos da Barra-Ondina e do Campo Grande.

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