Publicado em 30/03/2026 às 11h37.

‘Ele sim não construiu maternidade nenhuma’, diz Bruno Reis sobre Rui Costa

Prefeito de Salvador rebateu críticas do ministro sobre investimentos na saúde

Leandro Aragão / Daniel Serrano
Foto: Daniel Serrano/bahia.ba

 

O prefeito de Salvador, Bruno Reis (União Brasil), rebateu na manhã desta segunda-feira (30), as críticas do ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT). Ex-governador da Bahia disse que a atual administração da capital baiana não tem feito grandes investimentos na rede municipal de saúde.

“Eles governavam a cidade e governam o estado há 20 anos. Quando o grupo deles nos entregaram a Prefeitura, inclusive o secretário de saúde era do PT, Carlão. Salvador não tinha nenhum hospital. Estamos indo para o terceiro que está praticamente pronto e muito provavelmente a gente inaugura essa semana ainda, a maternidade que ele tanto fala. Ele sim não construiu maternidade nenhuma, porque a maternidade José Maria de Magalhães, quem construiu na época foi o governador Paulo Souto. Essa turma é boa de falar, de fazer que é bom, nada”, afirmou.

Ainda segundo o prefeito, o governo do PT só começou a construir escolas na capital baiana após a criação do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). O mecanismo de financiamento da educação pública no Brasil redistribui os recursos baseados no número de alunos para todas as etapas da educação básica.

“Só vieram construir escolas em Salvador depois que chegaram os recursos do Fundeb, porque até então, em 20 anos não tinham construído uma escola sequer em Salvador. O ministro esquece às vezes que ele está no poder há 20 anos, que é ministro. Ele tem é que trabalhar, entregar e não ficar enganando o povo com papel para lá e para cá”, completou.

Nesta segunda, Bruno Reis inaugurou a Escola Municipal Valdemar Bibiano Jorge Amado, no bairro de Piatã. A nova estrutura tem 4.220 m² de área construída, 22 salas de aula climatizadas e acessibilidade total, e pode atender 735 estudantes por turno. O investimento foi de R$ 16,2 milhões.

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