Publicado em 30/06/2026 às 16h01.

Bailarino de Claudia Leitte relata espancamento após jogo do Brasil

Robson Mano disse que levou socos e chutes em bar e fingiu estar desacordado para escapar

Marcos Flávio Nascimento
Foto: Reprodução / Instagram

O coreógrafo e bailarino Robson Mano, integrante da equipe de Claudia Leitte, afirmou ter sido vítima de uma agressão após acompanhar a classificação da Seleção Brasileira para as oitavas de final da Copa do Mundo. O relato foi publicado na noite de segunda-feira (29), quando o artista apareceu nas redes sociais com o rosto machucado e emocionado.

Segundo Robson, o episódio aconteceu no Aflora Bar, localizado em Santa Bárbara, no interior da Bahia. Em uma sequência de vídeos e textos publicados no Instagram, ele contou que foi atacado sem conseguir entender o motivo da violência.

Ao iniciar o desabafo, o bailarino afirmou que conhece a razão da agressão, mas preferiu não detalhar o que teria motivado o ataque.

“Eu não sou santo, mas reconheço vocês que me agrediram sem mais nem menos. Sei o porquê”, escreveu.

Bailarino diz que não provocou confusão

Na publicação, Robson Mano afirmou que saiu de casa apenas para assistir à partida e garantiu que não teve qualquer desentendimento antes das agressões. O artista relatou que costuma evitar sair justamente por se sentir coagido em algumas situações, mas decidiu acompanhar o jogo em um bar. Segundo ele, em nenhum momento discutiu ou desrespeitou alguém.

Apesar disso, contou que acabou sendo espancado.

“Recebi socos e chutes, fui humilhado e até agora não consigo entender o motivo de tanta violência”, afirmou.

Ferimentos e preocupação com a família

O integrante da banda de Claudia Leitte revelou que sofreu lesões no nariz, na testa, no rosto e nas costelas durante as agressões. Além da dor física, Robson destacou o impacto emocional provocado pelo episódio e disse que o sofrimento dos pais tem sido um dos aspectos mais difíceis de enfrentar.

“O que mais me corta o coração é ver meus pais. Minha mãe passa a noite entrando no meu quarto para ver se estou bem”, desabafou.

“Fingi que estava morto”

No trecho mais forte do relato, o bailarino contou que precisou fingir estar desacordado para interromper as agressões.

Segundo ele, enquanto tentava escapar, ouviu uma mulher alertando o agressor de que ele poderia morrer caso os chutes continuassem.

“Eu fingi que estava morto ou desacordado para que a pessoa parasse de me chutar. Ainda não sei o porquê disso. Estou triste demais. Obrigado, Deus, por estar vivo”, escreveu.

Ao encerrar a publicação, Robson afirmou que pretende buscar justiça, mas destacou que seu principal objetivo neste momento é se recuperar física e emocionalmente.

Marcos Flávio Nascimento
Jornalista com experiência em cidades, política, entretenimento e comunicação digital. Atuou no iG, além de passagem pela Approach Comunicação, com foco em conteúdo de negócios, tecnologia e investimentos. Foi coordenador de comunicação na SECIS/Prefeitura de Salvador e assessor parlamentar, liderando equipes e estratégias de conteúdo. Atualmente, é repórter no portal Bahia.ba e Portal Esfera.

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