Publicado em 13/07/2026 às 11h48.

Flávio Bolsonaro acusa Otto Alencar de travar projeto: ‘tratamento diferenciado’

Senador do PL afirmou que proposta de sua autoria está parada na CCJ

Redação
Foto: Geraldo Magela/Agência Senado

 

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) se manifestou para afirmar que não estaria segurando o Projeto de Lei para endurecer penas para furto, roubo e receptação de combustíveis. De acordo com a coluna de Lauro Jardim, de O Globo, o projeto está engavetado pelo parlamentar desde que chegou ao colegiado da Segurança Pública, no dia 12 de junho.

Por meio das redes sociais, Flávio criticou a informação e revelou que deu celeridade ao texto.

“O projeto de lei nº 1482/2019 chegou à Comissão de Segurança Pública do Senado, da qual sou Presidente, no dia 12 de junho. No mesmo dia avoquei a relatoria e, rapidamente, publiquei parecer favorável em 9 de julho. No dia seguinte, 10 de julho (sexta-feira), a pauta da CSP já havia sido publicada em Diário Oficial com o referido projeto incluído na pauta para votação no dia 14 de julho (próxima terça-feira)”, postou o pré-candidato à Presidência da República.

“Ou seja, o projeto tramitou em alta velocidade para os parâmetros legislativos! Todo esse trâmite é público e poderia ter sido checado por Lauro Jardim antes de publicar a nota tendenciosa, na data de ontem”, completou Flávio.

Flávio ataca Otto Alencar

Flávio Bolsonaro afirmou ainda que o presidente da Comissão de Constituição e Justiça do Senado, Otto Alencar (PSD), não estaria dando prosseguimento a um projeto da sua autoria sobre o combate ao crime organizado.

“Lembro ainda que sou autor do Projeto de Lei nº 828/2022, que trata do mesmo tema de combate ao crime organizado na área dos combustíveis. Ele encontra-se na Comissão de Constituição e Justiça, presidida pelo senador lulista Otto Alencar (PSD/BA), PARADO HÁ MAIS DE 2 ANOS (desde 11 de abril de 2024) e nem sequer o relator foi designado ainda. Mas neste caso o senador não foi alvo de homenagens e insinuações de Lauro Jardim. Por que o tratamento diferenciado?”, provocou.

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