Publicado em 30/11/2016 às 07h50.

Brasileira relata pânico em voo que fez pouso de urgência antes da Chape

"A policial informou que infelizmente eles não conseguiram pousar pois já estávamos pousando e não eles tinham que esperar o meu avião chegar ao solo", conta advogada

Redação
Foto: Aeronáutica Civil de Colômbia/ Reprodução/ Twitter
Foto: Aeronáutica Civil de Colômbia/ Reprodução/ Twitter

 

advogada brasileira Maysa Ramos Brito, que estava no Airbus da Viva Colômbia que pousou pouco antes do acidente com a aeronave da Chapecoense, nesta terça-feira (29), em Medellín, reforçou a suspeita de que a queda foi causada por falta de combustível enquanto aguardava autorização para pousar.

Segundo a Band News FM, a profissional liberal estava Bogotá e seguiria para San Andrés: “Nosso voo atrasou mas fomos mesmo assim, no meio do trajeto o piloto explica que estávamos com problemas técnicos, e pasmem também por gasolina, ele alegou que estava vazando e por isso iríamos realizar uma parada emergencial no aeroporto José Maria Cordova, o mesmo aeroporto em que o time deveria pousar”.

Após o pouso, a tripulação ficou cerca de 45 minutos na aeronave. Ao descer no aeroporto, uma policial informou do acidente com o clube brasileiro. “A policial informou que infelizmente eles não conseguiram pousar pois já estávamos na prioridade de emergência,ou seja, já estávamos pousando e não eles tinham que esperar o meu avião chegar ao solo”, conta. Ainda de acordo com a oficial, foi durante esta espera que o avião perdeu contato com a torre e caiu. “E se eles tivessem pousado primeiro? Talvez seria o nosso avião rodando no ar também sem gasolina!”, conclui.

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