Cardozo reafirma que campanha de Dilma não teve caixa 2
"Tenho absoluta convicção de que a campanha da presidente Dilma Rousseff não recebeu um centavo sequer de caixa dois", afirmou o ministro da Justiça

O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, voltou a dizer neste sábado, que tem “absoluta convicção de que a campanha da presidente Dilma Rousseff não recebeu um centavo sequer de caixa dois”. As declarações do ministro foram feitas em Fortaleza (CE), onde o ministro participou do Dia Nacional de Mobilização para combater o mosquito Aedes aegypit, transmissor da dengue, chinkungunya e do zika vírus.
“Não comento situações de investigação. Seria absurdo que o ministro da Justiça fizesse comentários. Mas tenho absoluta convicção de que a campanha da presidente Dilma Rousseff não recebeu um centavo sequer de caixa dois. Não participei diretamente da coordenação da campanha porque estava exercendo minha função ministerial. Mas vi, acompanhei, sei as orientações que existiam e era muito claro, e tenho certeza de que isso foi respeitado: que a legislação fosse rigorosamente cumprida durante toda a campanha. E tenho a plena convicção que foi”, disse o ministro.
Segundo Cardozo, seu papel é garantir a autonomia da investigação, “fazer a investigação ocorrer da melhor maneira possível para que tudo fique sempre esclarecido”. “Como pessoa que acompanhou o processo eleitoral, afirmo e reafirmo minha convicção plena de que não houve nenhuma ilegalidade ao longo na campanha da presidente Dilma Rousseff”, reforçou.
O ministro já tinha feito declarações sobre as contas de campanha da presidente Dilma nesta sexta-feira, 12, quando o jornal Folha de S.Paulo revelou que investigadores da Lava Jato apuraram pagamentos atribuídos a subsidiárias da Odebrecht em contas no exterior controladas pelo marqueteiro João Santana, responsável pelas campanhas presidenciais do PT desde 2006. A manifestação do ministro motivou críticas do líder do PSDB na Câmara, Antonio Imbassahy (BA).
Por meio de nota à imprensa, Imbassahy afirmou neste sábado que, ao sair em defesa das contas, o ministro da Justiça tenta interferir, de forma espúria, na decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que aprecia ações que pedem a cassação da presidente e do vice Michel Temer.
“Mais uma vez, Cardozo se afasta das funções de ministro da Justiça para assumir a posição de advogado de defesa do PT. Ele ignora que o cargo que ele ocupa não lhe permite ter dupla identidade – ou defende os interesses da sua pasta e do País, ou do seu partido. A sua conduta é, no mínimo, imprópria e antirrepublicana”, afirmou Imbassahy.
Na avaliação do líder tucano, a postura do ministro “reflete o desespero do governo Dilma e do PT frente aos fortes indícios, que estão sendo analisados pelo TSE, de que dinheiro do Petrolão foi usado na campanha presidencial petista”. “O objetivo de Cardozo é bastante claro: tentar interferir na decisão do tribunal utilizando-se do cargo de Ministro da República. Essa conduta só reproduz o notório caráter do PT, de se utilizar das estruturas do Estado em benefício próprio”, disse.
O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, voltou a dizer neste sábado, que tem “absoluta convicção de que a campanha da presidente Dilma Rousseff não recebeu um centavo sequer de caixa dois”. As declarações do ministro foram feitas em Fortaleza (CE), onde o ministro participou do Dia Nacional de Mobilização para combater o mosquito Aedes aegypit, transmissor da dengue, chinkungunya e do zika vírus.
“Não comento situações de investigação. Seria absurdo que o ministro da Justiça fizesse comentários. Mas tenho absoluta convicção de que a campanha da presidente Dilma Rousseff não recebeu um centavo sequer de caixa dois. Não participei diretamente da coordenação da campanha porque estava exercendo minha função ministerial. Mas vi, acompanhei, sei as orientações que existiam e era muito claro, e tenho certeza de que isso foi respeitado: que a legislação fosse rigorosamente cumprida durante toda a campanha. E tenho a plena convicção que foi”, disse o ministro.
Segundo Cardozo, seu papel é garantir a autonomia da investigação, “fazer a investigação ocorrer da melhor maneira possível para que tudo fique sempre esclarecido”. “Como pessoa que acompanhou o processo eleitoral, afirmo e reafirmo minha convicção plena de que não houve nenhuma ilegalidade ao longo na campanha da presidente Dilma Rousseff”, reforçou.
O ministro já tinha feito declarações sobre as contas de campanha da presidente Dilma nesta sexta-feira, 12, quando o jornal Folha de S.Paulo revelou que investigadores da Lava Jato apuraram pagamentos atribuídos a subsidiárias da Odebrecht em contas no exterior controladas pelo marqueteiro João Santana, responsável pelas campanhas presidenciais do PT desde 2006. A manifestação do ministro motivou críticas do líder do PSDB na Câmara, Antonio Imbassahy (BA).
Por meio de nota à imprensa, Imbassahy afirmou neste sábado que, ao sair em defesa das contas, o ministro da Justiça tenta interferir, de forma espúria, na decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que aprecia ações que pedem a cassação da presidente e do vice Michel Temer.
“Mais uma vez, Cardozo se afasta das funções de ministro da Justiça para assumir a posição de advogado de defesa do PT. Ele ignora que o cargo que ele ocupa não lhe permite ter dupla identidade – ou defende os interesses da sua pasta e do País, ou do seu partido. A sua conduta é, no mínimo, imprópria e antirrepublicana”, afirmou Imbassahy.
Na avaliação do líder tucano, a postura do ministro “reflete o desespero do governo Dilma e do PT frente aos fortes indícios, que estão sendo analisados pelo TSE, de que dinheiro do Petrolão foi usado na campanha presidencial petista”. “O objetivo de Cardozo é bastante claro: tentar interferir na decisão do tribunal utilizando-se do cargo de Ministro da República. Essa conduta só reproduz o notório caráter do PT, de se utilizar das estruturas do Estado em benefício próprio”, disse.
Mais notícias
-
Brasil11h41 de 28/03/2026
Conta de luz segue sem aumento com bandeira verde em abril, anuncia Aneel
Agência destaca importância do consumo consciente mesmo com cenário positivo
-
Brasil21h20 de 27/03/2026
INSS prorroga prazo por mais 90 dias para contestação de descontos indevidos
Medida é um reflexo direto das investigações políticas sobre fraudes previdenciárias
-
Brasil09h19 de 27/03/2026
Mulheres são maioria nos concursos em 2025; IA domina preparação
Censo dos Concursos revela avanço feminino e recorde de editais em cenário mais competitivo
-
Brasil21h20 de 26/03/2026
Parceria entre Butantan e MSD garantirá produção nacional de terapia contra o câncer para o SUS
Objetivo central da produção nacional é reduzir a dependência de importações
-
Brasil22h00 de 25/03/2026
Mutirão do INSS deve realizar 37 mil perícias para agilizar benefícios; saiba como participar
Para ampliar o alcance da ação, o governo adotará um modelo híbrido de atendimento
-
Brasil21h40 de 25/03/2026
Caminhoneiros descartam paralisação após acordo com o Governo
Reunião aconteceu nesta quarta-feira, em Brasília
-
Brasil21h00 de 24/03/2026
Governo propõe subsídio de R$ 1,20 para frear alta do diesel importado
Medida surge como uma alternativa ao impasse com os governadores, que resistem à ideia de zerar o ICMS sobre a importação
-
Brasil08h56 de 24/03/2026
Acusada de participação na morte do filho Henry Borel deixa a cadeia; julgamento é adiado
Monique Medeiros está em casa desde a noite desta segunda-feira (23)
-
Brasil22h00 de 23/03/2026
Receita Federal registra 1 milhão de declarações no primeiro dia do IRPF 2026
Volume marca um início intenso para o prazo de entrega, que se estende até o dia 29 de maio
-
Brasil21h20 de 23/03/2026
Brasil supera meta de alfabetização infantil com 66% das crianças na idade certa
Índice supera a meta de 64% estabelecida para 2025 pelo Compromisso Nacional Criança Alfabetizada










