Publicado em 25/02/2020 às 14h10.

Novato, Palco Origens se consolida como espaço independente

Mais de 30 artistas se apresentaram durante os cinco dias de Carnaval

Redação
Foto: Divulgação/Secom
Foto: Divulgação/Secom

 

O Carnaval no Palco Origens chega ao fim como o início da uma era que garante espaço aos artistas independentes. A estrutura, localizada no Espaço Cultural da Barroquinha, no Centro, recebe artistas independentes desde o primeiro dia de folia, 21, e tem programação de encerramento nesta terça-feira (25).

As DJs Belle, Bruxa Braba e Cerqueira, além do Império Ragga, Daganja, Paulilo e Bailão da CBX fazem as honras da casa.

Com uma playlist que se mistura entre o funk, o pagodão, o arrocha e outros ritmos, o DJ Paulilo, conhecido por levar o “primeiro paredão 120% LGBTQI+” para espaços públicos de Salvador, apresentará toda sua ousadia e resistência ao palco.

“Vai ser uma verdadeira festa. Eu busco levar representatividade. Nós negros, gays, mulheres existimos e sabemos como nos divertir, como nos relacionar e nos unir. Vai ser uma verdadeira festa do amor e respeito”, afirma.

Conceito
O palco Origens, um cenário musical alternativo e da diversidade dentro do Carnaval, foi criado como uma forma de aproveitar este período, que é tão importante para a cena cultural da capital baiana, como uma plataforma de visibilidade para os artistas negros e alternativos.

O espaço contou com atrações que possuem vertentes musicais ligadas ao rap, reggae, R&B, funk, pagode eletrônico e outros ritmos, a exemplo da cantora Larissa Luz, que apresentou sucessos de sua carreira e releituras de faixas conhecidas nacionalmente e internacionalmente.

O local também já recebeu um duelo de rimas e improvisos musicais que deram voz a temas relevantes como o empoderamento feminino e respeito.

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