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Publicado em 16/02/2026 às 22h58.

‘Palavra infeliz’: cantor do Art Mania pede desculpas após detonar bandas da Bahia; ASSISTA

Márlio  alegou ‘calor da emoção’ e citou falta de valorização de artistas locais

Raquel Franco
Foto: Reprodução/Redes sociais

 

“Peço desculpa sobre a palavra ‘porra de banda da Bahia’. Não é que eu desfiz as bandas da Bahia, a palavra foi infeliz”. Com esta declaração, o cantor Márlio, vocalista da banda Art Mania, utilizou suas redes sociais na noite desta segunda-feira (16) para publicar uma retratação oficial após a repercussão negativa de suas falas durante um show em Pirambu, Sergipe

O artista buscou contextualizar o episódio, afirmando que o desabafo ocorreu no “calor da emoção” devido a problemas enfrentados por músicos locais.

“Calor da emoção”

Segundo o vocalista, sua indignação foi motivada por um suposto “cano” que uma prefeitura sergipana teria recebido de uma atração baiana, contratada desde dezembro, que cancelou a apresentação de última hora. 

Márlio utilizou o espaço para elencar as dificuldades da categoria em seu estado. O cantor alegou que artistas locais enfrentam perseguições e falta de investimento. Segundo ele, sua banda é composta por “pais de família” que dependem do trabalho e sofrem com a preferência dada a atrações de fora. 

Márlio ainda afirmou que, embora toque ritmos baianos e seja fã de bandas da Bahia, o grupo possui trabalho autoral que merece reconhecimento.

“Parentes na Bahia”

O artista reforçou que não teve a intenção de ofender o povo baiano, destacando possuir laços afetivos e familiares no estado vizinho. “Peço desculpa aos baianos porque em nenhum momento foi para ofender, até porque eu tenho parentes na Bahia, eu ando na Bahia”, disse. 

Márlio encerrou o pronunciamento pedindo discernimento ao público e reiterando que o erro foi pontual e humano, mantendo sua agenda de shows prevista para a noite.

Assista ao pedido de desculpas aos baianos na íntegra

Raquel Franco
Natural de Brasília, formou-se em produção em comunicação e cultura e em jornalismo pela Universidade Federal da Bahia (UFBA). Também é fotógrafa formada pelo Labfoto. Foi trainee de jornalismo ambiental na Folha de S.Paulo.

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