Publicado em 17/07/2026 às 13h24.

Feira de Santana: professores aprovam paralisação na segunda-feira

Categoria cobra o cumprimento de medidas aprovadas junto ao TJBA em 2025

Redação
APLB Feira aprova paralisação da rede municipal e mantém categoria em assembleia permanente (Foto: reprodução/Redes Sociais @aplbfeira)

 

A APLB (Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado da Bahia) Feira aprovou, nesta quinta-feira (16), a paralisação das atividades da Rede Municipal de Feira de Santana na próxima segunda-feira (20). Categoria cobra o cumprimento de medidas aprovadas junto ao TJBA (Tribunal de Justiça da Bahia).

Na data da paralisação, os professores irão realizar uma mobilização a partir das 8h, na sede da APLB Feira (Rua Barão do Cotegipe, 588), onde será realizada uma Aula Pública do Café com Educação.

Quais são as exigências dos professores municipais de Feira de Santana?

Os professores exigem que sejam cumpridas as medidas aprovadas em outubro de 2025, junto ao TJBA. De acordo com o sindicato, vários itens de direitos da categoria não foram cumpridos, como as Mudanças de Referências e a Tabela Salarial – que estaria com defasagem de 90%-, ainda não foram cumpridos.

Além do acordo, o APLB também pede a contratação de mais professores e cuidadores e o fortalecimento da política de inclusão.

 

Qual foi o acordo feito com os professores de Feira de Santana em 2025?

O acordo homologado pelo TJBA no fim do ano passado tem 14 pontos, como a exemplo de realização de concurso público, Reda Emergencial, plano de carreira, recomposição da tabela salarial, eleição direta para diretores de escola, dentre outros.

Em março deste ano, a presidente da entidade, Marlede Oliveira, usou a Tribuna Livre da Câmara Municipal de Feira de Santana para pedir apoio ao Legislativo na construção de um diálogo com a gestão.

À época, Oliveira explicou que a eleição direta ficou com o prazo de realização estabelecido para outubro, mas, ao contrário do combinado, a Prefeitura enviou um PL (Projeto de Lei) acabando com este tipo de eleição.

Além disso, a tabela salarial não teve reajuste em 2020 e 2021 e ficou achatada com baixos percentuais concedidos em 2022 pelo prefeito Colbert Martins Filho (PSDB).

“Até o momento a tabela não está sendo cumprida também. E hoje, uma professora da rede municipal com doutorado está recebendo valor quase igual ao de um professor de nível médio em carreira inicial”, frisou Marlede, ressaltando que as distorções salariais dos anos 2022, 2023, 2024 e 2025, foram mantidas.

 

 

Mais notícias

Este site armazena cookies para coletar informações e melhorar sua experiência de navegação. Settings ou consulte nossa política.

WP Twitter Auto Publish Powered By : XYZScripts.com