Publicado em 05/10/2019 às 08h30.

Vaquejada de Serrinha se pronuncia após acusações de trabalho escravo: ‘Equívoco’

Festa foi incluída na "lista suja" do trabalho escravo divulgado pelo Ministério da Economia na última semana

Redação
Foto: Divulgação/Vaquejada de Serrinha
Foto: Divulgação/Vaquejada de Serrinha

 

Tradicional festa do interior da Bahia, a Vaquejada de Serrinha foi incluída na “lista suja” do trabalho escravo, divulgada na última semana pelo Ministério da Economia.

A nova relação afirma que 28 empregadores que foram autuados por submeter 288 trabalhadores à escravidão contemporânea.

Por meio de nota enviada ao bahia.ba, a organização do evento se manifestou sobre o caso. No texto os produtores afirmam que a denúncia é um equívoco do Ministério da Economia, já que a denúncia é referente a um caso isolado que aconteceu em 2016.

A organização ainda afirma que está tomando medidas cabíveis para que o nome da festa seja removido da lista por acreditar que exista equívocos na relação divulgada pelo ministério. Confira a nota na íntegra:

ESCLARECIMENTO

A organização da Vaquejada Parque Maria do Carmo, popularmente conhecida como Vaquejada em Serrinha, esclarece que os fatos noticiados sobre a inclusão da empresa na lista de trabalho escravo do MPT, refere-se a um episódio isolado ocorrido no ano de 2016, em que supostamente fora detectado a presença de trabalhadores em desacordo com a Legislação Trabalhista.

A organização lamenta que tenha sido associada ao uso de mão-de-obra escrava, já que os fatos já foram esclarecidos na época, inclusive sendo autorizada a manutenção do trabalho dos mesmos trabalhadores no evento. Afirma ainda que serão tomadas todas as medidas para obter a imediata exclusão de seu nome da lista suja do Ministério do Trabalho, por entender existirem equívocos que necessitam de esclarecimentos.

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