Avó de Michelle Bolsonaro já foi presa por tráfico de drogas, diz revista
A Veja publicou também que a mãe da primeira-dama tinha dois registros civis: um falso e um verdadeiro

A avó da primeira-dama Michelle Bolsonaro já foi presa em flagrante por tráfico de drogas, informa reportagem da revista Veja, que teve acesso a documentos da 1ª Vara de Entorpecentes e Contravenções Penais do Distrito Federal (DF).
Aos 55 anos, Maria Aparecida foi detida com pacotes de merla, um subproduto da cocaína. Ela teria confessado o crime, mas recuou na Justiça.
Condenada a cumprir pena em uma penitenciária do Gama, região administrativa do Distrito Federal, foi acusada, já na unidade prisional, de subornar um agente para que a levasse para casa.
Maria Aparecida só deixou a penitenciária em 1999, em liberdade condicional, depois de cumprir dois anos e dois meses de prisão.
A Veja publicou também que a mãe de Michelle, Maria das Graças, tinha dois registros civis: um falso e um verdadeiro.
Investigada pela Delegacia de Falsificações e Defraudações de Brasília e indiciada sob suspeita de falsidade ideológica, Maria das Graças, no entanto, teve o processo arquivado, após prescrição do crime, conforme a revista.
Ainda sobre a mãe da primeira-dama, o jornal Metrópoles disse que ela está inscrita em um programa habitacional do governo do Distrito Federal com um RG emitido em Goiás com informações adulteradas.
Maria das Graças teria ainda agredido a pedradas um senhor de 62 anos, que seria seu locatário, por ele estar com o aluguel atrasado.
Outros familiares – De acordo com a Veja, o tio preferido de Michelle, João Batista Firmo Ferreira, foi preso em maio deste ano, acusado de fazer parte de uma milícia na favela onde vive com a avó da primeira-dama.
Sargento aposentado da Polícia Militar de Brasília, ele foi um dos poucos parentes de Michelle que foram à posse do presidente Jair Bolsonaro.
Outro tio da primeira-dama, informou o Metrópoles, foi condenado, no ano passado, a pouco mais de 14 anos de prisão por estupro, após denúncia feita por duas sobrinhas. Segundo as denunciantes, o crime foi cometido quando elas eram crianças.
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