Publicado em 14/06/2017 às 12h38.

Colbert nega ‘sacanagem’ e dá dia 28 como limite para decidir suplência

Vice-prefeito de Feira lamentou cogitação de ex-deputado: “É um pensamento pequeno. Eu conheço Medrado, Medrado não é desse tamanho”

Evilasio Junior
Foto: Rodrigo Daniel Silva/ bahia.ba
Foto: Rodrigo Daniel Silva/ bahia.ba

 

Segundo suplente da coligação DEM/ PMDB/ PSDB/ PTN/ SD /Pros /PRB /PSC, na eleição de 2014, o atual vice-prefeito de Feira de Santana, Colbert Martins (PMDB), colocou o fim deste mês como prazo-limite para definir se irá ou não assumir a vaga deixada pela deputada federal Tia Eron (PRB), que se licenciou do mandato para assumir a Secretaria de Promoção Social e Combate à Pobreza de Salvador (Semps).

“Eu ainda não resolvi, até porque o meu prazo legal é até o dia 28 de junho, e eu usarei o prazo legal para poder decidir essa questão”, disse o peemedebista, em entrevista ao bahia.ba, nesta quarta-feira (14), durante o lançamento do projeto Salvador 360 Negócios, na sede da Federação das Indústrias do Estado da Bahia (Fieb).

Caso ele opte por permanecer na gestão da cidade do centro-norte baiano, a cadeira na Câmara ficaria com o aliado do governador Rui Costa (PT), Marcos Medrado (ex-SD, hoje no PR), que anunciou desistência em função de uma suposta “sacanagem” liderada pelo prefeito da capital, ACM Neto (DEM). “É um pensamento pequeno. Eu conheço Medrado. Medrado não é desse tamanho. Ele é uma figura maior, que eu conheço, respeito. Isso aí não é verdadeiro”, apostou.

Colbert reconheceu que uma possível candidatura do prefeito José Ronaldo de Carvalho (DEM), na eleição estadual de 2018, é um dos fatores a serem avaliados, já que, com a saída do titular, ele assumiria a chefia do Executivo feirense. “Essa é uma das hipóteses, mas não é isso somente. Nós estamos aguardando a situação política nesse momento no Brasil. Isso aí nos implica maior quantidade de cuidados ainda”, afirmou.

O vice-prefeito revelou ainda já ter conversado com o quarto suplente da coligação, Zé de Chico (DEM), que, em caso de desistência de Colbert e Medrado, herdará o posto em Brasília.

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