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Publicado em 20/01/2026 às 08h02.

Lula quer ministro Camilo Santana à frente das campanhas eleitorais no Nordeste

Segundo informações da CNN, foco de atuação seria na Bahia e Ceará

Raquel Franco
Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

 

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) quer que o ministro da Educação, Camilo Santana, esteja à frente da coordenação das campanhas eleitorais no Nordeste, com foco na Bahia e no Ceará. 

Segundo informações do blog de Gustavo Uribe, da CNN, a ideia do presidente é que Camilo atue na articulação política do partido e no fortalecimento de programas como o “Pé de Meia” e o “Gás do Povo” junto aos eleitores da região.

O ministro anunciou nesta segunda-feira (19) que deixará a pasta para se dedicar à sua candidatura nas eleições de 2022. Camilo é senador licenciado, eleito em 2022 com mandato até 2031. Ele também governou o Ceará por dois mandatos. Em conversa com jornalistas, o ministro afirmou que o cargo de ministro o deixa distante do Ceará. 

Camilo reiterou que vai se dedicar à reeleição do governador do Ceará, Elmano Freitas (PT) e de Lula. Ele é um nome cotado para assumir a cabeça de chapa caso a candidatura de Ciro Gomes (PSDB) coloque em risco a reeleição do governador Elmano. Nas últimas pesquisas, os dois ficaram empatados nas intenções de voto. No entanto, Lula descarta essa possibilidade e acredita na recuperação do chefe do Executivo cearense. 

Já na Bahia, o governador Jerônimo Rodrigues (PT), pré-candidato à reeleição, aparece atrás do ex-prefeito de Salvador ACM Neto (União Brasil) nas pesquisas eleitorais. Além da Bahia e Ceará, o PT também enfrenta impasses no Rio Grande do Norte. O secretário da Fazenda, Cadu Xavier (PT), tem apoio da governadora Fátima Bezerra (PT) para a sucessão, mas ainda fica em terceiro lugar nas pesquisas de intenção de voto.

Raquel Franco
Natural de Brasília, formou-se em produção em comunicação e cultura e em jornalismo pela Universidade Federal da Bahia (UFBA). Também é fotógrafa formada pelo Labfoto. Foi trainee de jornalismo ambiental na Folha de S.Paulo.

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