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Publicado em 06/02/2026 às 17h58.

Robinson Almeida rebate crítica de ACM Neto aos governos do PT em Irecê

Deputado criticou ainda a postura política do adversário durante o governo de Jair Bolsonaro

Redação
Foto: Luana Neiva/bahia.ba

O deputado estadual Robinson Almeida (PT) respondeu às críticas feitas pelo ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União Brasil), sobre a atuação dos governos do Partido dos Trabalhadores na execução de políticas públicas para o semiárido baiano. As declarações de ACM Neto ocorreram durante um evento de pré-campanha em Irecê, na noite de quinta-feira (5), que contou com a presença do ex-ministro Ciro Gomes.

“A lógica sempre foi conviver com o semiárido, e não explorar a seca. Isso se traduziu em políticas públicas como o Luz para Todos, a ampliação do abastecimento de água, a implantação de cisternas, além da recuperação e construção de estradas para garantir mobilidade e o escoamento da produção. Lamento que o ex-prefeito desconheça essa realidade e pense que se possa combater a seca, a neve ou a geada”, ironizou o parlamentar.

Na área de infraestrutura, Robinson destacou obras estratégicas para integração regional, como a ponte sobre o Rio São Francisco, ligando Barra a Xique-Xique, entregue durante a gestão do ex-governador Rui Costa (PT). Segundo ele, a obra reduziu distâncias, fortaleceu a logística e ampliou o acesso da população e dos produtores aos serviços públicos:“É uma realidade que mudou, melhorou a infraestrutura da região. Como o ex-prefeito foi de avião, e não por terra, talvez não tenha visto”, cutucou.

O deputado também citou o Projeto de Irrigação do Baixio de Irecê, viabilizado pela transposição do Rio São Francisco, como ação essencial para a agricultura irrigada, geração de empregos e aumento da renda no interior da Bahia: “É uma ação estruturante, pensada e planejada nos governos do PT, para garantir desenvolvimento e qualidade de vida, e transformar a região”, pontuou.

Robinson criticou ainda a postura política de ACM Neto durante o governo de Jair Bolsonaro, período em que, segundo ele, houve redução de investimentos federais no Nordeste: “Quando o governo Bolsonaro deu as costas para o Nordeste, perseguiu nossa região, não houve cobrança ou posicionamento público do ex-prefeito e das lideranças do União Brasil. O silêncio também é cúmplice e uma escolha política”, afirmou.

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