Publicado em 14/11/2019 às 11h06.

Se for pela unidade, eu não vou faltar, diz Wagner sobre candidatura a governador

Senador baiano é considerado favorito para disputar a sucessão de Rui Costa, em 2022

Breno Cunha
Foto: Matheus Morais/ bahia.ba
Foto: Matheus Morais/ bahia.ba

 

Ex-governador e atual senador da República, Jaques Wagner (PT) não descartou disputar novamente o comando do Governo do Estado, na eleição de 2022, quando Rui Costa (PT), seu sucessor em 2014, deixará o posto.

No encontro da Executiva Nacional do PT, em Salvador, Wagner falou que “não decidiu” sobre a eleição de 2022, por “estar longe”. “[Mas] se for a necessidade de unidade do grupo, eu não vou faltar”, falou.

Ele também pontuou que uma possível candidatura de Lula à Presidência fortaleceria os candidatos do PT no Nordeste.

“Se o presidente Lula vier a ser candidato em 2022, a chapa puxada por ele no Nordeste, seja quem for o candidato, ganha um peso significativo. Vamos esperar a caminhada”, falou.

“A condenação precisa cair para ele recuperar a condição de ser candidato. Não é necessariamente um desejo dele. Ele pensa como eu, que é preciso renovar”, acrescentou o senador.

Sobre a eleição de 2020, em Salvador, Wagner defendeu a candidatura de até três nomes da base do governo na capital baiana e afirmou que “está mais do que na hora de Rui reunir o conselho político” para discutir a participação dos partidos nas 50 maiores cidades do estado.

“Não é verdade que candidato puxa voto para vereador, porque se você tiver um candidato fraco, no lugar de ajudar a chapa, atrapalha a chapa. “Cabem até três candidatos, na minha opinião. Isidório é um nome, o PCdoB lançou o nome de Olívia [Santana]. Tem a questão de Bellintani, que poderia vir para um partido da base e ser candidato”, frisou.

 

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