Publicado em 03/03/2016 às 22h20.

Professores municipais avaliam fim da greve na segunda-feira

A categoria se reuniu com a prefeitura de Salvador e o Ministério Público da Bahia, nesta quinta-feira (03), quando um TAC foi firmado

Redação
Fotos Públicas
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A prefeitura de Salvador e o Sindicato dos Professores (APLB) estiveram em reunião com o Ministério Público da Bahia (MP-BA), na tarde desta quinta-feira (03) para discutir a greve da categoria e suas reinvidicações. Na ocasião, foi firmado um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) onde o executivo municipal se compromete com a implantação da reserva de jornada no prazo de dez dias, contando a partir do fim da greve, iniciada na quarta-feira (02).

Ao bahia.ba, a presidente da APLB, Marilene Betros, afirmou que o TAC será levado para assembleia da categoria, na segunda-feira (7), às 9 horas, no Ginásio de Esporte de Pituaçu, para decisão sobre o fim ou a continuidade da paralisação dos professores. “Entendemos que estamos num momento de um impasse. Então a tentativa é buscar caminhos e saídas. Conseguimos um compromisso do Executivo. Iremos levar para a assembleia”, declarou.

Os professores protestam pela garantia da universalização da reserva de jornada de trabalho, direito que deveria ter sido concedido de forma integralizada aos professores desde o ano passado, conforme prevê legislação federal e municipal.  Segundo a APLB, a não universalização criou uma situação de desigualdade na rede, já que a isonomia de direitos entre os professores não está sendo respeitada.

“Temos um TAC onde o executivo municipal se compromete com prazo para unversalizar a reserva e abrir as vagas, abrir para a Educação de Jovens e Adultos (EJA). Então, tem uma série de questões contidas e um prazo para ser cumprido.  Vamos avaliar”, acrescentou Marilene Betros ao bahia.ba. 

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