CUT atribui queda no número de manifestantes à chuva e aos ‘feriados’

    Presidente da agremiação, Cedro Silva minimizou, ainda, o fato de os rodoviários soteropolitanos não terem paralisado as atividades em adesão à greve geral

    Foto: Izis Moacyr/Bahia.ba

    A Central Única de Trabalhadores (CUT) minimizou, em entrevista ao bahia.ba, na tarde desta sexta-feira (30), o fato de os rodoviários soteropolitanos não terem paralisado as atividades em adesão à greve geral organizada por centrais sindicais em todo o Brasil.

    Presidente da agremiação, Cedro Silva disse à reportagem que a população, muitas vezes, “desconhece a forma de fazer greve”. “Desta vez, eles acharam importante se movimentar de outra forma, adotar um modelo de paralisação diferente”, declarou.

    O primeiro ato que ocorreu na manhã desta sexta, na Avenida ACM, recebeu, segundo a CUT, aproximadamente 3 mil pessoas – número que não foi confirmado pela Polícia Militar (PM). Durante a última greve geral, no dia 28 de abril, a central acredita que 4 mil soteropolitanos tenham participado do protesto.

    Para Cedro, o decréscimo no número de manifestantes é reflexo “dos feriados que tiveram neste mês e das férias escolares”. “Além disso, ainda teve muita chuva de manhã. As pessoas tiveram que procurar abrigo”, continuou, ao negar que o movimento tenha perdido força.

    A próxima manifestação está programada para às 15h, no Campo Grande. A Superintendência de Trânsito de Salvador (Transalvador) bloqueará o fluxo no local, quando o ato for iniciado.