Oposição deveria ‘lavar boca com soda cáustica’, diz tatuado de Temer

    Defensor do presidente, Wladimir Costa (SD-PA) afirmou que "Temer não dinheiro para Cuba, nem para apoiar safadezas"; apesar de pedido, ele não mostrou tatuagem

    Foto: Reprodução/Folha de S. Paulo

    Defensor ferrenho do presidente Michel Temer (PMDB), o deputado Wladimir Costa (SD-PA), que chegou a tatuar o nome do peemedebista no ombro, voltou a esquentar os ânimos na Câmara, nesta quarta-feira (2), para advogar em favor do aliado.

    O congressista, indignado com o PT e o PCdoB, os quais chamou de “quadrilhas do crime organizado”, disse que os partidos “foram partícipes de um governo que quebrou o país”, afirmou que “Temer não dar dinheiro para mandar para Cuba, nem para apoiar uma série de safadezas” e recomendou que a oposição “lavasse a boca com soda cáustica para falar do presidente”.

    “O governo Temer está resgatando o emprego. O trabalhador rural voltará a crescer. As mães terão oportunidades. As crianças terão creches”, clamou Costa, ao emendar que os colegas são “indecentes e incompetentes”.

    Convicto de que a denúncia de corrupção passiva contra Michel Temer não avançará na Casa, o parlamentar falou que os parlamentares “deveriam se preparar para chorar”.

    Aos risos, Jean Wyllys (PSOL-RJ) pediu que Costa mostrasse a famosa tatuagem, mas o tempo de fala do paraense à frente da bancada já havia sido finalizado.

    São necessários 342 votos para que a matéria siga ao Supremo Tribunal Federal (STF). Se a Corte acatar a abertura da investigação, determinará o afastamento de Temer por 180 dias.