Luiz Argôlo pede regime semiaberto, mas STJ desconsidera

    Ex-parlamentar foi condenado no âmbito da Operação Lava Jato, acusado de corrupção passiva e lavagem de dinheiro

    Foto: Antonio Augusto / Câmara dos Deputados

    O ex-deputado Luiz Argôlo (SD-BA), condenado no âmbito da Operação Lava Jato por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, recorreu ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) para obter direito ao regime semiaberto.

    O político está preso em regime fechado em Curitiba desde 2015 e tenta a progressão da pena de 11 anos e 11 meses. O ministro Felix Fisher, relator dos recursos da Lava Jato no STJ, não reconhece o pedido, pois entende que a via recursal em instâncias inferiores ainda não foi esgotada.

    Nas palavras de Fisher, o ex-parlamentar descumpriu as obrigações que lhe foram impostas pela justiça, que incluíam a indenização em R$ 1 milhão aos cofres públicos.

    Recentemente, a esposa de Argôlo foi denunciada na Ouvidoria-Geral do Estado por colegas, que defendem que ela não compare ao trabalho, na Secretaria de Agricultura da Bahia (Seagri-BA), mas ganha salário normalmente.