Pedidos contra Gilmar Mendes têm tramitação lenta no STF

    Janot argumenta que Gilmar não teria isenção suficiente para atuar nos casos por ter algum tipo de relação com os investigados

    Foto: STF

    O pedido que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, fez nesta segunda-feira (21) para que o ministro Gilmar Mendes seja impedido de atuar em processos sobre os empresários Jacob Barata Filho e Lélis Teixeira, investigados na Operação Ponto Final, ainda estão paradas no gabinete da ministra Cármen Lúcia.

    Em maio, Janot fez pedido semelhante, em relação a um habeas corpus que Gilmar concedeu ao empresário Eike Batista. O caso está parado na mesa da ministra desde 26 de maio. Questionada sobre a tramitação dos processos, a assessoria de imprensa do STF foi lacônica: “As ações vão andar normalmente”.

    Janot argumenta que Gilmar não teria isenção suficiente para atuar nos casos por ter algum tipo de relação com os investigados.