Não há indícios ‘consistentes’ para prender ex-procurador, diz Fachin

    Ministro do STF mandou prender os executivos da J&F, Joesley Batista e Ricardo Saud, por omitirem informações nas colaborações premiadas

    Foto: Gustavo Lima/Ascom/STJ

    O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, disse, em seu despacho, que não havia indícios “consistentes” de que o ex-procurador da República, Marcello Miller, tenha sido “cooptado” por organização criminosa. Por essa razão, negou o pedido de prisão.

    Na mesma decisão em que rejeitou a prisão de Miller, Fachin mandou prender o empresário Joesley Batista – um dos sócios da holding J&F – e o diretor de Relações Institucionais do grupo empresarial, Ricardo Saud.

    Segundo o ministro do STF, Joesley e Saud omitiram informações que eram obrigados a prestar nas colaborações premiadas.