Governo Temer avalia que reforma da Previdência é ‘remota’, diz coluna

    Presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM), estima que hoje teria "entre 150 e 200 votos" dos 308 necessários

    Foto: Alex Ferreira/Câmara dos Deputados

    Apesar de manter o discurso oficial de que continuará a agenda de reformas, o governo do presidente Michel Temer (PMDB) considera a reforma da Previdência uma “possibilidade remota”, segundo o colunista Gerson Camarotti, do G1 e da Globo News.

    A avaliação do Planalto é de que sobrará pouco tempo e quase nenhum capital político para votar a matéria depois que a Câmara dos Deputados apreciar a segunda denúncia contra o peemedebista.

    A ordem no palácio é priorizar todo o esforço para superar a nova acusação formal feita pela Procuradoria Geral da República (PGR).

    À colunista Mônica Bergamo, do jornal Folha de S. Paulo, o próprio presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), avaliou que a reforma da Previdência, hoje, teria “entre 150 e 200 votos”.

    Para aprová-la, seria necessário o apoio de pelo menos 308 parlamentares. Mas, segundo ele, os congressistas estão “com raiva” do tema.