Da China, Marinho acompanha Vitória: ‘Muito carinho’

    Herói na briga contra o rebaixamento em 2016, atacante tenta assistir aos jogos do Rubro-Negro mesmo com 11h de diferença no fuso

    Foto: Reprodução/Uol

    Na briga contra o rebaixamento na Série A mais uma vez em 2017, o Vitória vive a mesma situação de 2016, mas com protagonistas diferentes. E não é exagero presumir que 10 em cada 10 torcedores rubro-negros teriam muito mais confiança caso Marinho, grande herói do ano passado, estivesse com a camisa leonina nesta edição.

    Ainda que não seja dentro de campo, o atacante, que hoje atua no Changchun Yatai, da China, tem passado por obstáculos como o fuso horário, de 11h em relação ao Brasil, para apoiar o ex-clube. Nas redes sociais, Marinho faz postagens em dias de jogos e afirmou ao Globo Esporte que, mesmo à distância, acompanha o Leão no campeonato.

    “Acompanho muito o Vitória desde que saí do clube. O Vitória é um clube que tenho muito carinho, respeito e gratidão por tudo. Sempre procuro acompanhar as notícias e saber de tudo que se passa no clube. A equipe vem evoluindo muito nas últimas semanas e já deu o primeiro passo, que era sair da zona de rebaixamento. Isso foi muito importante”, afirmou.

    “Novo Marinho” – Após botar a bola debaixo do braço e assumir o protagonismo em 2016, o atacante deu pitacos sobre quem do atual elenco do Vitória poderia fazer o mesmo. Para o atacante, a chegada do técnico Vágner Mancini pode ser o diferencial para salvar o time do rebaixamento.

    “Acredito muito na força do elenco neste ano. Claro que tem a individualidade do Neilton, do Tréllez, que está muito bem, David. A evolução da equipe nas últimas semanas, desde a chegada do Mancini, aconteceu muito em função disso também, da força do grupo. O elenco se fortaleceu, permaneceu unido, e isso tem feito a diferença. Vejo um equilíbrio muito grande da equipe”, afirmou.

    O Rubro-Negro tem um compromisso difícil no próximo domingo (1º) contra o Botafogo no Rio de Janeiro, às 16h. Ou, às 3h da manhã na China, o que impede o jogador de estar ligado “ao vivo” sempre.

    “Quando não consigo ficar acordado para assistir, procuro no dia seguinte os lances, melhores momentos, gols. Procuro tudo para saber como foram os jogos da rodada do Brasileirão, principalmente do Vitória, claro. Tenho contato com praticamente todos os jogadores que estavam no ano passado”, disse.