Café baiano também paga caro por causa da seca

    “Perdemos 30% da área no semiárido. O que salva a lavoura é o conillon, no sul”, diz João Lopes Araújo, presidente da Associação Bahiana dos Produtores

    A soja e o algodão, estrelas do agronegócio baiano, bombaram na safra deste ano, mas com o café não tem sido bem assim.

    João Lopes Araújo, presidente da Associação Bahiana dos Produtores de Café, diz que a cultura tem consumo crescente e não tem sucedâneo, ponto bom, mas a seca nos últimos quatro anos castiga muito.

    – Perdemos 30% da área no semiárido. O que salva a lavoura é o conillon, no sul.