Procurador pede prisão do vice-presidente da Odebrecht do Equador

    "Baca solicita a prisão preventiva de Glas por encontrar novos elementos de uma convicção em investigação por associação ilícita", informou o Twitter oficial da Procuradoria

    Foto: Divulgação

    O fiscal geral do Equador, Carlos Baca, pediu nesta segunda-feira (2) que a Justiça local que decrete a prisão preventiva do vice-presidente Jorge Glas, vinculado a uma investigação penal pelos casos de subornos da construtora brasileira Odebrecht.

    “Baca solicita a prisão preventiva de Glas por encontrar novos elementos de uma convicção em investigação por associação ilícita”, informou o Twitter oficial da Procuradoria Geral do Equador, que participa de uma audiência na máxima corte de Justiça para revisar as medidas cautelares que pesam sobre Glas, desde agosto impedido de sair do país.

    José Conceição Santos, delator da Odebrecht, assegurou que pagou subornos milionários ao atual vice-presidente equatoriano, Jorge Glas, por meio de seu tio Ricardo Rivera. Segundo Santos, US$ 2 milhões (R$ 6,3 milhões) foram pagos em 2010 pelo retorno da construtora brasileira ao Equador e o restante, US$ 14 milhões (R$ 44,2 milhões), por 1% de todos os contratos que a empresa teve no país após sua volta.