Julgamento que pode libertar Gustavo Ferraz é adiado

    O ex-auxiliar da prefeitura de Salvador está preso no presídio da Papuda, em Brasília, há quase um mês

    Foto: Reprodução/Facebook

    A decisão de libertar ou não Gustavo Ferraz, ex-chefe da Defesa de Civil de Salvador, flagrado com digitais nos R$ 51 milhões que seriam do ex-ministro da Secretaria de Governo, Geddel Vieira Lima, foi adiada.

    De acordo com a Época, o desembargador Ney Bello, que é o relator do pedido, votou contra a liberdade de Ferraz. O magistrado argumenta que o ex-auxiliar da prefeitura cometeu o crime de lavagem de dinheiro e que tal conduta é continuada.

    Sendo assim, deve permanecer preso. A desembargadora Mônica Sifuentes votou a favor da liberdade de Ferraz desde que ele pague fiança. Segundo ela, o crime cometido por Ferraz (transportar dinheiro ilegal para Geddel) já foi consumado. Por isso, deveria ser posto em liberdade.

    A juíza convocada para atuar no TRF 1, Rogéria Debelli, pediu vista e, assim, interrompeu o julgamento. Ferraz está preso no presídio da Papuda, em Brasília, há quase um mês.