E Imbassahy? Continua no balança, mas não cai

    Marcos Medrado (PR), que assumiu a Câmara com a saída de Imbassahy, diz estar tranquilo

    Antonio Imbassahy (Governo). Bruno Araújo (Cidades) e Raul Jungman (Defesa), os três deputados tucanos que estavam ministros e reassumiram as vagas na Câmara para votar quarta contra a denúncia por corrupção passiva que paira sobre Temer, abriram uma interrogação entre os colegas: vão voltar?

    Jungman é bem avaliado pelo trabalho com as Forças Armadas nas favelas do Rio, na briga contra os traficantes, Bruno é uma interrogação e Imbassahy também.

    Mas especula-se que ele tem chances. Foi indicado por Aécio Neves, que caiu em desgraça junto com Temer no caso Joesley Batista, mas agora com o pacto entre os dois para um ajudar o outro a se salvar.

    Aécio foi salvo e Temer também será (embora com menos votos). E Imbassahy, que negou a disposição de sair do PSDB, como se dizia, vai depender de Aécio.

    A votação é quarta. A próxima semana também será decisiva para ele.

    Fala Medrado

    Marcos Medrado (PR), que assumiu a Câmara com a saída de Imbassahy, disse estar tranquilo:

    — Eles estão certos do ponto de vista deles: eu votaria contra Temer mesmo. Não faço questão de ter mandato a esse preço.