Caso de Job e Lúcio Vieira Lima aumenta a decepção no PMDB

    Mesmo os que ainda admitiam votar em Lúcio em 2018, jogam a toalha: "Ficou difícil"

    Frase da vez

    “Para o homem complicado, quase tudo é uma nova complicação”
    Alessandro Manzoni, escritor e poeta italiano (1785-1873).

    Foto: Izis Moacyr/ bahia.ba
    Foto: Izis Moacyr/ bahia.ba

     

    Tentando renascer depois do escândalo dos R$ 51 milhões, o PMDB baiano sofreu outro baque. O depoimento de Job Brandão, dizendo que o deputado Lúcio Vieira Lima ficava com 80% dos R$ 14,3 mil que ele ganhava, deixou os peemedebistas, especialmente os mais próximos dos Lima, à beira da depressão.

    Mesmo os que ainda admitiam votar em Lúcio em 2018, jogam a toalha: ‘Ficou difícil’.

    Eles avaliam que o voto em Lúcio ficaria muito caro, por conta do efeito dos R$ 51 milhões associado ao desgaste que o caso provocou. E admitem: o caso de Job foi pior, porque agrega a exposição da mesquinhez.

    Eles, que dizem ter apreço pela dupla Geddel e Lúcio, têm a convicção de que se Lúcio perder a eleição em 2018, perde por tabela o foro privilegiado. E terá sérios problemas, agora agravados pelo caso Job.

    Enfim, como diz um dele: ‘Não há nada ruim que não possa piorar’. Piorou.