Na briga entre Salvador e Lauro, o tempero do duelo entre Rui e Neto

    Confira a análise do jornalista Levi Vasconcelos

    Frase da vez

    “Há dois tipos de pessoas: as que fazem as coisas, e as que dizem que fizeram as coisas. Tente ficar no primeiro tipo. Há menos competição”
    Indira Ghandhi, ex-primeira ministra da Índia (1917-1984).

    Foto: Roberto Viana/ Ag. Haack/ bahia.ba
    Foto: Roberto Viana/ Ag. Haack/ bahia.ba

     

    A guerra entre Salvador e Lauro de Freitas por territórios está assumindo contornos de quem vai as vias de fato. A Prefeitura de Lauro de Freitas acusou agentes da Prefeitura de Salvador de ter invadido a cidade e tentado destruir uma área de lazer que está sendo construída numa praça em Itinga.

    É mais lenha na fogueira, que aliás, vai esquentar mais na medida em que 2018 for chegando. É claro que a briga tem sua gênese na disputa entre Rui e ACM Neto.

    Simples de entender. O contrato do metrô é para ser metropolitano, ir até outro município. Para isso, tem que chegar a Lauro. Se a área em que estar for a última estação, ele deixa de ser metropolitano. Adubando a questão, Lauro é governada por Moema Gramacho (PT), aliadíssima de Rui.

    Estamos nisso: o pessoal de Moema diz que é Lauro os de Neto dizem que é Salvador. Óbvio que se houvesse boa vontade isso se resolvia num piscar. Mas tem 2018 no cardápio.