Justiça italiana condena Robinho a 9 anos de prisão por estupro

    Segundo a denúncia, atacante e outros cinco homens teriam cometido violência sexual contra uma mulher em uma boate em Milão, em janeiro de 2013

    Foto: Bruno Cantini/ Atlético MG

    A Justiça italiana condenou nesta quinta-feira (23) o jogador Robinho, do Atlético-MG, a nove anos de prisão por estupro, informaram a agência de notícias Ansa e alguns dos principais veículos de comunicação do país.

    Conforme a imprensa local, o veredito ficará em espera até que sejam julgados os recursos. Até lá, nenhuma sentença será aplicada.

    À época da denúncia, em 2013, o atacante – já acusado anteriormente e absolvido em caso semelhante – negou envolvimento no crime.

    De acordo com a denúncia, o atleta e outros cinco homens teriam cometido violência sexual contra uma mulher de origem albanesa em uma boate em Milão. Na época, o atleta estava na terceira de suas quatro temporadas no Milan.

    Coordenada pelo vice-procurador Pietro Forno e pela promotora Alessia Mel, a investigação colheu o depoimento da vítima e, em meados de 2014, Robinho foi ouvido.

    Na época, o Ministério Público chegou a pedir a prisão do jogador. No entanto, a juíza Alessandra Simion rejeitou o pedido de custódia por achar que não havia razão para a precaução, nem risco de reincidência, fuga ou supressão de provas.