Policlínicas regionais devem reduzir gastos dos municípios com saúde

    "Com a policlínica assegurando atendimento em diversas especialidades e exames de alta complexidade", afirmou o governador Rui Costa

    Foto: Manu Dias / Gov BA

    Construídas com recursos do governo baiano, as novas policlínicas têm seu custeio dividido entre a administração estadual (40%) e as prefeituras que integram os Consórcios Regionais de Saúde (60%).

    Durante a vista guiada à Policlínica do Alto Sertão entregue nesta sexta-feira (dia 24), em Guanambi, o governador Rui Costa explicou que a divisão dos valores entre os municípios é proporcional ao número de habitantes e deverá ter impacto positivo sobre suas finanças.

    “Com a policlínica assegurando atendimento em diversas especialidades e exames de alta complexidade, os municípios, em geral, vão acabar economizando recursos destinados ao serviço de saúde da população”, afirmou Rui.

    Um exemplo da perspectiva de economia vem da cidade de Feira da Mata, que tem cerca de 6 mil habitantes. Como integrante do Consórcio do Alto Sertão, o município vai pagar por mês cerca de R$ 6,5 mil para custeio da policlínica. “Isso é o que gastamos hoje só com o pagamento de exames, como ressonância magnética”, explicou o prefeito Aparecido Alves da Silva, mais conhecido como Cidim.

    O Estado investiu R$ 25 milhões, entre obras, equipamentos e aquisição de 12 micro-ônibus para a implantação do complexo de saúde. A unidade vai atender a moradores dos municípios de Caculé, Caetité, Candiba, Carinhanha, Feira da Mata, Guanambi, Ibiassucê, Igaporã, Iuiú, Jacaraci, Lagoa Real, Licínio de Almeida, Malhada, Matina, Mortugaba, Palmas de Monte Alto, Pindaí, Riacho de Santana, Rio do Antônio, Sebastião Laranjeiras, Tanque Novo e Urandi.