Frase da vez
“A vida é cheia de decisões difíceis. Os vencedores são aqueles capazes de tomá-las”
Dan Brown, escritor norte-americano (1964)

Vá lá que pesquisas eleitorais a pouco menos de um ano da eleição são de muito pouca serventia para acalentar expectativas de vitória de A ou B, mas servem muito para retratar o momento. E as duas do Instituto Paraná/Record refletem bem pertinho as particulares, para consumo interno, encomendadas por aliados de Rui e Neto.
ACM Neto lidera a preferência com 49%, contra 33,7% de Rui. Se comparada com a primeira pesquisa do Paraná, divulgada em junho, Neto, que tinha 54,4%, caiu, e Rui, que tinha 24,1%, subiu. Quando se agrega os cenários estabelecidos pela pesquisa de disputa do Senado e da Presidência, Jaques Wagner dispara com 39,9%, seguido de Alice Portugal (PCdoB), com 26,5%, e Zé Ronaldo (DEM), prefeito de Feira de Santana, com 14%, e Tia Eron (PRB), 9,5%. Os dois primeiros, aliados de Rui; os dois últimos, de Neto. E Lula, que antes tinha 43%, agora tem 48%.
Em suma, as pesquisas refletem o que já dissemos: Rui com o governo é um governador bem avaliado com bons apoios e Neto está carente de mais apoios, já que só conta até agora com Zé Ronaldo.
Lídice excluída
A senadora Lídice da Mata (PSB) se queixa que as pesquisas do Instituto Paraná têm um defeito grave. Excluem da lista de postulantes ao Senado ela e o senador Walter Pinheiro ( hoje secretário de Educação do Estado).
Ele não corre atrás da reeleição, mas se o cavalo passar selado, monta. E ela corre atrás e não faz segredo que quer a disputa.
Realmente, a exclusão é inexplicável.
A questão Lula
Aliás, Lula vem pontuando tão bem nos estados nordestinos, a Bahia inclusa, que os aliados de Rui Costa dizem que ele está se tornando um bom cabo eleitoral, seja candidato ou não.

