Rui diz que enfrenta a crise, Temer e a recessão, mas está caminhando

    Governador ponderou que, agravando a situação, entrou o governo federal (leia-se Michel Temer), com práticas "nada republicanas, coisa de quinta categoria"

    Frase da vez

     

    “Eu nunca penso no futuro. Ele não tarda a chegar”

    Albert Einstein, físico alemão, pai da teoria da relatividade (1879-1955)

     

    Foto: Mateus Pereira/ GOVBA
    Foto: Mateus Pereira/ GOVBA

     

    Rui Costa reuniu a imprensa ontem para dar balanço do seu governo e disse de saída que passou três anos de recessão, dois deles com o crescimento do PIB negativo, algo que há 60 anos não acontece.

    E ponderou que, agravando a situação, entrou o governo federal (leia-se Michel Temer), com práticas “nada republicanas, coisa de quinta categoria”. E citou:

    — Só no metrô, avenidas 29 de Março e Gal Costa, a União deixou de repassar ao governo baiano R$ 150 milhões. A obra é feita, a gente manda a fatura e eles não pagam.

    Rui ressalvou que, apesar das dificuldades, tem conseguido manter o equilíbrio, muito mais do que a maioria dos estados, e ainda deixando a Bahia como segundo pólo de investimentos do Brasil.

    Sobre 2018

    Rui disse também que tem feito tudo para evitar falar de eleições:

    — É muito cedo. As convenções dos partidos ainda vão acontecer em junho. Mas encaro 2018 como uma renovação de esperança. Sonho que elegeremos um Congresso de melhor qualidade, minimamente decente.

    Contra a justiça

    Também afirmou que o Tribunal de Justiça da Bahia e o Ministério Público resistem em revelar quanto ganham os seus aposentados:

    — Fui à presidente do STF, Cármen Lúcia, e perguntei se eu teria alguma chance se recorresse. Ela disse que a única coisa que podia me garantir é que lá no STF tem processos semelhantes de 21 estados diferentes.