AGU tenta recurso para manter adiamento de reajuste dos servidores

    O objetivo é que decisão seja levada à presidente do STF, a ministra Cármen Lúcia, para que possa ser julgada antes do fim do recesso do Judiciário, em 31 de janeiro

    Foto: Jose Cruz/ Agência Brasil

    Após decisão do ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), a Advocacia Geral da União (AGU) analisa uma forma de manter o adiamento do reajuste do funcionalismo de 2018 para 2019 e o aumento da contribuição previdenciária dos servidores de 11% para 14%.

    De acordo com integrantes da AGU, o objetivo é apresentar um recurso para que o tema seja levado à presidente do STF, a ministra Cármen Lúcia. Ela poderia, então, decidir sobre o assunto antes do fim do recesso do Judiciário, no dia 31 de janeiro.

    Nos bastidores das equipes econômicas, o receio é grande. O adiamento do reajuste do funcionalismo traria uma economia de R$ 4,4 bilhões para os cofres públicos no ano.

    Já o aumento da contribuição previdenciária adicionaria R$ 2,2 bilhões à receita, segundo O Globo. Sem as duas medidas, o governo precisaria cortar o Orçamento, que já está enxuto.