Brown minimiza apropriação cultural: ‘Como se trança fosse de uma etnia’

    Brown também comentou a decisão de se ausentar do Carnaval de Salvador em 2019: “Antes que o alemão me pegue”

    Foto: Felipe Iruatã / bahia.ba

    Acompanhando a Electrotimba neste sábado (30) no Festival Virada Salvador, Carlinhos Brown comentou a decisão de se ausentar do Carnaval de Salvador em 2019. “Antes que o alemão me pegue”, brincou.

    “Quero me colocar, além de artista no lugar de produtor, de produtor revolucionário”, disse o compositor, sem negar que pode fazer uma participação aqui ou ali em algum camarote da folia momesca.

    O cantor comentou ainda a polêmica de apropriação cultural em torno da canção Africanitta, lançada em parceria com a funkeira Anitta. “A gente fica muito crítico e não percebe que o mundo nos invade. Como se trança fosse de uma etnia”, explicou.

    Sobre as expectativas para o ano novo, Brown – sempre verborrágico – resumiu: “2018 eu quero é molhar o biscoito”.’