PF diz que não houve ato intencional em acidente que matou Zavascki

    O delegado da PF Rubens Maleiner, quem também participou do encontro, descartou as hipóteses de sabotagem no avião

    (Foto: Rosinei Coutinho/SCO/STF)

    O diretor-geral da Polícia Federal (PF), Fernando Segovia, e o delegado da PF Rubens Maleiner se encontraram com a ministra Cármen Lúcia, presidente do Supremo Tribunal Federal, na manhã desta quarta-feira (10), por cerca de uma hora e meia para apresentar o andamento da investigação sobre o acidente aéreo que matou o ministro Teori Zavascki e outras quatro pessoas, em janeiro de 2017.

    Após a reunião, Maleiner, que preside o inquérito sobre o acidente, afirmou que, embora a investigação ainda não esteja concluída, já se pode afirmar que não houve qualquer ato intencional que tenha provocado a queda da aeronave, descartando as hipóteses de sabotagem no avião que levava o então ministro relator da Lava Jato. O delegado acrescentou que a apuração está em estágio bastante avançado.

    “A possibilidade de um ato intencional contra aquele voo foi bastante explorada, em diversos exames periciais, e nenhum elemento nesse sentido foi encontrado”, disse o delegado.

    Para fechar a conclusão da causa do acidente, Maleiner afirmou que são necessárias mais algumas perícias.